ago 25, 2017
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O PROJETO FILADÉLFIA-VIAGEM NO TEMPO ACIDENTAL

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No ano de 1943, algo aconteceu na Filadélfia ligado ao destróier “Eldridge”. A experiência consistia em aplicar as teorias de Albert Einstein e Nikola Tesla, para obscurecer visual e eletronicamente um destróier dos EUA, no caso o destróier de escolta USS Eldridge, através do uso de um campo eletromagnético de alta intensidade em torno do navio, que fosse capaz de bloquear as emissões do radar inimigo, tornando-o invisível e indetectável. Esse efeito era baseado num processo conhecido pelo nome de Egaussing: uma ideia simples, porém de difícil execução. O experimento modificou todo o navio, instalando poderosos geradores e eletroímãs interligados e segundo as poucas testemunhas o que se viu foi um fato insólito… O destróier tinha geradores de invisibilidade “para não ser observado por radares inimigos”. Ele não desapareceu somente dos radares por alguns instantes, parece que passou para outra dimensão, deixando a tripulação inquieta e nervosa por não saber o que estava acontecendo. Alguns relatos dizem que a tripulação sofreu grandes conseqüências com essa experiência, alguns marinheiros pareciam dissolver no ar ao andar, alguns reapareceram fundidos a fuselagem do navio, outros desapareciam e não voltavam mais, já outros pareciam voltar ao tempo “em alguns segundos”.

Einstein e Tesla, dois dos cientistas mais brilhantes do mundo

“Do navio de observação USS Andrew Furuseth, os oficiais e técnicos a bordo puderam vislumbrar uma névoa verde, fruto da rápida ionização do ar em torno da embarcação, e um som de cascata decorrente da eletricidade estática que varreu as imediações.Durante alguns minutos, a experiência foi um sucesso. O navio se tornou invisível não só ao radar, mas também a olho nu, com a marca do seu casco impresso nas águas do mar. E a embarcação que oscilava, ora transparente, ora invisível, de repente desapareceu. O que sucedeu a seguir são fatos extraordinários, baseados na narrativa de três homens que supostamente participaram deste fantástico acontecimento. O navio Eldridge – através de intensos campos eletromagnéticos que distorceram o espaço-tempo – ficou quatro horas sumido, sem qualquer contato visual ou de rádio, vindo a materializar-se misteriosamente no Porto de Norfolk, que ficava a quilômetros de distância da Filadélfia. Lá permaneceu por alguns minutos e novamente desapareceu, reaparecendo no seu local de origem.”

O relato acima se baseia na história de Carl Allen, um dos tripulantes do navio de observação e uma das duas únicas testemunhas do evento e que morreu em 1994, no Colorado.
Assim, uma experiência relativa a aplicações práticas do eletromagnetismo, ou da Teoria Unificada de Campos, para atingir invisibilidade física ou eletrônica de aeronaves, navios ou veículos de terra não deveria ser considerada como algo totalmente impossível de ter acontecido. A maioria das pessoas acredita que a experiência teve efeitos trágicos na tripulação do navio e produziu fatos científicos que eram altamente inesperados e talvez até mesmo tenha criado uma anomalia do espaço-tempo.

Misteriosamente, o diário de bordo do destróier desapareceu, desaparecendo assim as provas concretas do acontecimento. Em relação à ligação de Einstein com a experiência, foram encontrados documentos que confirmam que no ano de 1943 à 1944, Albert Einstein constava na folha de serviço do ministério da Marinha em Washington – “a mesma época do ocorrido do Destróier Eldridge”.

O navio o USS Eldridge, foi usado pela marinha americana até 1946, sendo repassado para a marinha grega onde permaneceu em uso até 1991, quando foi descomissionado e transferido para a Base Naval de Amfiali. O navio foi descartado para o ferro velho durante a segunda metade dos anos 90. Verdade ou não o navio foi repassado com grandes mudanças em seu peso bruto, fiações extras que não levavam a lugar nenhum e compartimentos lacrados.

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Ciências

Comentários para O PROJETO FILADÉLFIA-VIAGEM NO TEMPO ACIDENTAL

  • Há boatos de que essa experiência tenha afetado de tal forma o espaço-tempo, que ocasionou o que conhecemos hoje como triangulo das bermudas

    Helder Lima 25 de agosto de 2017 20:23 Responder

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